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Os desafios da vida

Os desafios da vida
“Morrer é fácil, difícil é viver todos os dias”
Chapecó (31.10.2023) – A frase do título é pesada, mas expressa a realidade. Foi dita pela presidente do SITICOM Chapecó, Izelda Teresinha Oro, em palestra à trabalhadores que participavam de um SIPAT – Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho. Ela replica pensamento da terapeuta, Marli da Silva, parceira da instituição sindical. A dirigente explica que morrer é um ato simples. Ao contrário disso, viver “e viver todos os dias” é enfrentar e superar “constantes desafios” que, em determinadas situações, “aparentam ser invencíveis”, por exigirem “elevado grau de maturidade, equilíbrio e persistência”. Diante dos desafios, entende que, entre outros, “quem cumprir estes quesitos opta pela vida”.
Izelda falou aos trabalhadores da Holder Incorporadora durante a SIPAT da empresa abordando temas variados. Na pauta a atuação do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Chapecó. Lembrou que o sindicato “é o único instrumento de luta em defesa do trabalhador”. Deu ênfase à saúde, principalmente mental e proteção dos trabalhadores, áreas baseadas em princípios das Normas Regulamentadoras. São as NR´s que determinam todos os procedimentos ao bem estar e segurança nos ambientes de trabalho.
A palestrante fez apontamentos sobre o necessário bom relacionamento e convivência harmoniosa “dentro e fora dos locais de trabalho”. Como Chapecó possui expressivo volume de profissionais das mais distantes regiões do País, Izelda considerou “a dura missão” destes trabalhadores que, por força da necessidade “precisam viver longe de suas famílias”.
A presidente do SITICOM conversou ainda especificamente a respeito da saúde do homem, ao comentar sobre o novembro azul, mês de prevenção e diagnóstico do câncer de próstata. Lembra que existe “desnecessária resistência” ao exame preventivo. Menciona que “absolutamente nenhum homem tem sua masculinidade reduzida por fazer o exame”. O procedimento significa “estar devidamente prevenido contra a doença”. Estatísticas mostram que um em cada cinco homens se recusa a fazer o exame por questões culturais. Izelda pediu e incentivou os trabalhadores que façam o diagnóstico para evitar “sérios problemas na atualidade ou futuro próximo”. Recomendou “viver com reponsabilidade, para viver melhor”.
A programação do evento contemplou também palestras do técnico de segurança, Fernando da Costa e do supervisor de qualidade, Marcelo Debortolli. Ainda, do engenheiro Civil, Mauri Marques e do diretor da empresa, Saulo Miranda.
Participar é fortalecer – Após ouvir a palestra, o pedreiro Luiz Graboski disse que o sindicato “melhorou e muito os direitos e a segurança dos trabalhadores”. Ele foi categórico ao dizer que muitos empresários “não respeitam o direito do profissional” de receber o que tem de direito “priorizando o lucro próprio”. Mostra que o sindicato, como é o caso do SITICOM, “age exigindo o devido respeito às leis”. Assim “tira famílias da miséria e dignifica o trabalhador”. Reforça que o sindicato “busca salário justo e garante direitos”.
O pedreiro entende que o trabalhador deve participar ativamente da vida do sindicato que atua “com seriedade, cumprindo as normas trabalhistas prevista na Constituição”. Não tem dúvida ao afirmar que a convivência mais próxima ao SITICOM significa ter uma instituição “fortalecida para lutar e ajudar ainda mais a classe trabalhadora representada”.
Fotos: A presidente do SITICOM falou aos trabalhadores na SIPAT da Holder
Assessoria de Imprensa SITICOM